Autor(es):Iara Cerqueira Linhares de Albuquerque
Ano:2016
Comitê:Comitê Dança em Configurações Estéticas
Título:PROCESSOS CRIATIVOS EM REDE DIGITAL: POR QUE INTERPRETAR A NÓS MESMOS + [POR UMA ESTRATÉGIA DE SOBREVIVÊNCIA]
&65532CREATIVE PROCESSES ON DIGITAL NETWORK: WHY INTERPRETING OURSELVES + [FOR A SURVIVAL STRATEGY]
Resumo: 
 A mídia digital está cada vez mais acessível ao público e na sua organização descentralizadora, tece círculos colaborativos e aperfeiçoados, ratificando o uso voluntário e atrativo das redes virtuais. Nessa produção de informação em diálogo com experiências plurais/subjetividades (ROSE, 2011) se inscreve a forma de ampliar redes de conhecimento. A proposta desse artigo incide em pensar corpo nesse espaço, sob uma lógica não dualista e quais tipos de conexões políticas se fazem pertinentes para contribuição ao processo de compartilhamento. Busca-se apontar nessa ocorrência “coletiva” o “fala-se” a partir da Teoria Corpomídia para os artistas da dança como estratégia de sobrevivência. Na sequencia, problematizar como as relações compartilhadas nesses ambientes midiáticos se encontram tensionadas pelos afetos e que passaram a reger as novas formas de viver, assim como no entendimento de que somos inventores de nossos selves segundo Nikolas Rose (2011) e no conceito de Cultura de Participação de Clay Shirky (2011).
 

Digital media is increasingly accessible to the public and its decentralized organization, weaves collaborative and improved circles, confirming the voluntary and attractive use of virtual networks. In this production of information in dialogue with plurals / subjectivities experiences (Rose, 2011) it signs up the form of expanding knowledge networks. The purpose of this article focuses on thinking body in this space, under a non-dualistic logic and what kind of political connections are made relevant to contribution to the sharing process. It aims to point in this "collective " occurrence, the "spoken" Corpomídia Theory for dance artists as a survival strategy. In sequence, it problematizes how the shared relationships in these media environments are tensioned by the affections and how it began to rule the new ways of living, as well as the understanding that we are inventors of ourselves, according to Nikolas Rose (2011) and in the concept of Culture of Participation Clay Shirky (2011).
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