Autor(es):Lenira Peral Rengel, Jadiel Ferreira Santos
Ano:2017
Comitê:Comitê Dança em Mediações Educacionais
Título:Pelo ensino de uma dança desobediente: reinventar o homo aestheticus em metáforas ativistas negras
FOR THE TEACHING OF A DISOBEDIENT DANCE - REINVENTING HOMES AESTHETICUS IN BLACK ACTIVIST METAPHORS
Resumo: 
 Abarcamos nosso objeto de estudo principalmente, pelas pesquisas das Epistemologias do Sul (SANTOS, 2010 2007) e das Ciências Cognitivas (LAKOFF JOHNSON, 2004 1999). Asante (2009) referencia dança desobediente afrocentrada, com sua proposta de pensarmos as condições socioeconômicas e culturais de pessoas negras a partir da sua localização centrada na África e suas diásporas. Delineia o trabalho as hipóteses de que na formação do professor de Dança e no ensino de Dança se deva atuar com metáforas ativistas negras, junto à afirmação da população negra como uma posição política (MUNANGA, 2016 2015) que ajam como contradispositivos (AGAMBEN, 2009) às metáforas colonizadoras e ao espelhamento (RAMACHANDRAM, 2014), ambos memes (DAWKINS, 2005) do economicismo (SOUZA, 2015) e de uma hegemonia dita branca. Consideramos que esta abordagem possa reinventar, reavivar o homo aestheticus, tão fundamental para a sobrevivência da espécie humana (DISSANAYAKE, 2012 1995).
 

We cover our study object mainly by the researches of "Epistemologies of the South" (SANTOS, 2010 2007) and Cognitive Sciences (LAKOFF JOHNSON, 2004 1999). Asante (2009) reference disobedient afrocentered dance, with its proposal to think the socioeconomic and cultural conditions of black people its location centered in Africa and its diaspora. It outlines the hypothesis that in the formation of the Dance teacher and in the teaching of Dance one must act with "black activist metaphors", next to the affirmation of the "black population" as a political position (MUNANGA, 2016 2015) that act as a counter-apparatus against to the "colonizing metaphors" and mirroring (RAMACHANDRAM, 2014), both memes (DAWKINS, 2005) of economism (SOUZA, 2015) and a so-called white hegemony. We consider that this approach can reinvent, revive the homo aestheticus, so fundamental to the survival of the human species (DISSANAYAKE, 2012 1995).
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